📌 영주권 갱신 (2026)페이지

Brasil, 50 anos de imigração – ㉓ o adiamento da decisão coletiva (Fim)

2019, 13º Dia da Cultura Coreana.
Com a participação da Associação Beneficente Coreana, a comunidade coreana já vinha atuando de forma conjunta no campo.
O que falta agora não são eventos pontuais, mas uma estrutura que dê continuidade a essa força.

 A comunidade coreana no Brasil possui estruturas, pessoas dedicadas e uma longa história de contribuição.

No entanto, hoje enfrentamos um problema que já não pode ser explicado pela falta de boa vontade, mas sim pela falta de estrutura e decisão coletiva.

A Associação Coreana possui um prédio, conhecido como Centro Comunitário Coreano. Contudo, esse espaço permanece praticamente sem uso há décadas. Localizado em uma região que deixou de fazer parte do cotidiano da comunidade, tornou-se um símbolo que perdeu sua função real. A necessidade de mudança é amplamente reconhecida, mas decisões continuam sendo adiadas.

A Associação Beneficente Coreana também enfrenta dificuldades semelhantes. O prédio, originalmente uma fábrica de macarrão, foi reformado ao longo de nove anos, mas sua estrutura antiga exige constantes gastos com manutenção. Durante atividades voluntárias, tornou-se evidente que o espaço vem sendo sustentado não por um sistema sólido, mas pela dedicação pessoal de alguns poucos. Esse modelo chegou ao seu limite.

Paralelamente, a comunidade dispõe de recursos importantes:
a Associação Coreana tem um prédio,
a Associação Beneficente Coreana possui o status de OSCIP, que permite incentivos fiscais para doações empresariais,
e a Associação de Idosos acumulou recursos destinados à construção de uma sede própria.

O problema não é a falta de recursos, mas o fato de que cada um atua isoladamente. Mesmo instrumentos valiosos, como o status de OSCIP, não conseguem gerar impacto real quando não há integração de espaços, projetos e objetivos.

O mesmo ocorre com as atividades médicas voluntárias. Elas continuam existindo, organizadas pela Associação Coreana, pela Associação Médica Coreana e pela Associação Beneficente. No entanto, atuam de forma separada, sem uma mensagem comum para a sociedade brasileira.

Em 2001, a equipe da KOMSTA realizou uma ação médica de curto prazo na região do Ipiranga, atendendo cerca de 800 pessoas. O reconhecimento recebido, inclusive com medalha da Câmara Municipal, não foi fruto do tamanho da ação, mas da concentração de esforços e da clareza da mensagem.

Hoje, é necessária uma mudança.

Bom Retiro deve ser o ponto de referência, mas as ações precisam se expandir para a sociedade brasileira. Através de atividades médicas e sociais contínuas, a comunidade coreana pode ser reconhecida não como um grupo fechado de imigrantes, mas como um agente ativo dentro do Brasil.

Isso está diretamente ligado ao futuro das novas gerações. Jovens e adolescentes aprendem menos com discursos e mais com exemplos. Ver diferentes entidades trabalhando juntas cria identidade, orgulho e, no futuro, abre caminhos sociais e políticos.

Essa integração não pode depender apenas de sacrifícios individuais.
É fundamental que o Consulado Geral da República da Coreia assuma um papel de coordenação, criando um espaço neutro de diálogo e decisão. Assim como no passado houve liderança para consolidar o Bom Retiro como polo coreano, agora é o momento de reconhecer que a integração de espaços e esforços pode gerar um novo ciclo de desenvolvimento.

Conclusão

O problema atual não é falta de vontade, mas de estrutura.
Se as forças continuarem dispersas, os próximos dez anos passarão da mesma forma.

O futuro dos jovens não surge espontaneamente.
Ele exige decisão, esforço e ação — agora.

댓글 없음:

댓글 쓰기

👦 남기실 말씀이 있으시면 댓글 쓰기를 누르세요