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Brasil, 50 anos de imigração – ⑮ Encontros online e a direção da ajuda

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1. Um primeiro amigo em uma nova era Na época em que o som do modem nos conectava ao mundo, os encontros também começavam assim. (Imagem criada por IA) As pessoas nascem, se encontram e fazem amigos. Com o surgimento de novas tecnologias, também passamos a fazer novos tipos de amizade. Comigo foi assim. Quando a internet começou no Brasil, ainda com conexão por modem, acabei conhecendo um bom amigo entre muitos outros. Foi por volta de 1998, quando comecei a me comunicar com o mundo pelo computador. Enquanto procurava bons textos e mensagens inspiradoras, conheci o administrador de um blog no Daum. Nunca vi seu rosto, mas escrevia tão bem e falava com tanta clareza que acabei criando afinidade e puxando conversa. Mais tarde descobri que se tratava de uma poeta bastante conhecida, mesmo no ambiente online. Poeta e pintora, Song XX sempre me ajudava quando eu precisava, criando vídeos ou imagens. Para mim, ela era como a inteligência artificial de hoje. Fomos ...

Brasil, 50 anos de imigração – ⑭ A história criada pela escolha de uma pessoa

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Ao longo de 50 anos vivendo como imigrante no Brasil, acompanhei muitos acontecimentos dentro da sociedade brasileira. Entre eles, há uma história que só consegui compreender plenamente depois de visitar a Congregação das Irmãs de Maria . Tudo começou com um livro Após a visita, uma das irmãs me entregou silenciosamente um livro. O título era “40 anos da Congregação das Irmãs de Maria” . Era um livro espesso e, para ser sincero, no início não imaginei a dimensão do que encontraria em suas páginas. No entanto, bastaram poucas páginas para que eu não conseguisse mais fechá-lo. Ali estavam registradas, com sobriedade, histórias que eu desconhecia, mas que precisavam ser preservadas . O nome “Yeonghwasuk” Entre os primeiros termos que chamaram minha atenção estava “Yeonghwasuk”. A princípio, parecia apenas o nome de uma antiga instituição. Mas, à medida que avançava na leitura, tornou-se impossível ignorar o peso que esse nome carregava. Uma lembrança de 17 anos atrás Nesse mo...

Brasil, 50 anos de imigração – ⑬ Então, que lugar era esse, afinal?

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No momento em que a porta se abriu e entrei, tive a sensação de que a imagem que eu tinha de uma “escola” se quebrou completamente. Um bairro afastado, um lugar escondido. Por fora, nada indicava o que existia ali dentro. Mas bastou entrar para perceber que aquele espaço tinha um rosto totalmente diferente. A frase que eu havia ouvido antes — “trabalhamos em silêncio” — começou a fazer sentido de uma forma muito concreta. Um interior totalmente diferente do que eu imaginava A primeira coisa que chamou minha atenção foi o tamanho e a organização dos espaços comuns. A sala de espera era muito maior do que eu esperava, ampla o suficiente para acomodar muitas pessoas ao mesmo tempo. Mais organizada, mais limpa, até mesmo do que muitos hospitais ou instituições públicas. Ficou claro rapidamente que aquele lugar não existia apenas para crianças. Havia duas salas de atendimento odontológico, além de consultórios destinados à clínica geral, pediatria e trata...

Brasil, 50 anos de imigração – ⑫ Como fui parar naquele lugar

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Para ser sincero, o motivo pelo qual acabei ajudando a Associação Coreana não foi nada grandioso. Pelo meu jeito, eu nunca fui alguém que se envolvesse com esse tipo de organização. Mas havia ali um amigo de longa data, o “Hong-il”. Um amigo por quem eu sempre senti uma espécie de dívida no coração. Por isso, não consegui recusar o pedido feito por seu irmão. Talvez eu tenha pensado que aquela seria uma forma diferente de pagar essa dívida. Foi assim que comecei a ajudar na divulgação da Associação Coreana e, pouco tempo depois, acabei assumindo também a produção do jornal da associação. Buscando conteúdos para o jornal, passei naturalmente a procurar coreanos que, de forma silenciosa, faziam coisas boas dentro da sociedade brasileira. Queria apresentar essas pessoas à comunidade coreana e tocar o coração dos leitores, de uma maneira simples e verdadeira. Foi nesse processo que, por meio da então vice-diretora cultural da associação, Lisa, ouvi falar de um lugar cham...